Gringo é pra sempre gringo?


Respondendo à pergunta do título: eu acho que sim. Por mais que a pessoa se adapte, por mais que fale a língua, ande como os locais, faça as mesmas coisas que eles, existe sempre algo de diferente. E não é no sotaque, nos hábitos ou nas opiniões, mas dentro do coração mesmo.

Como esquecer o calor de sua cidade natal? Como apagar as lembranças de nossa infância, dos nossos pais juntos, aqueles almoços em família, ou mesmo quando estava todo mundo junto na sala vendo um programa de televisão?

O ser humano pode ser feito da mesma carne e osso que todos os outros de seu grupo, mas o que faz de nós tão singulares é o que temos dentro do peito, nossas memórias, nossos sentimentos, nossa alma cheia de sonhos e desejos. E nascer em um lugar e viver experiências nele, pode fazer toda a diferença nesse processo.

Por isso, por mais tempo que Musta esteja aqui, por mais que ele se pareça com um brasileiro, que fale a língua e até leia livros em português (ele está terminando o primeiro dele agora), no fundo de seu olhar vejo mil histórias diferentes da minha, pensamentos que voam longe do que eu conheço. De noite, quando ele coloca o fone de ouvido e fica ouvindo as notícias daquela parte do mundo, quando escuta repetidamente as músicas melosas de seus conterrâneos, não sinto que existe saudade nele, mas sim a continuação de algo que ele nunca deixará de ser. São memórias fundidas no presente, emoções que se fortalecem mesmo à distância. Mas é orgulho também, é alegria, é gostar de ser diferente e ter sempre uma argumentação infalível na ponta da língua quando não quer ser contrariado. Quantas vezes no meio de uma discussão ou em algo que ele não quer ceder, só responde assim:

– Eu sou egípcio!!!

E eu relevo, deixo para lá, afinal, casamento com pessoas de culturas tão diferentes só dá certo com muita compreensão, cabeça aberta e vontade de explorar o mundo, mesmo que não seja de avião, mas aquele que está dentro da cabecinha do seu marido.

***

ps. Sei que muita gente deve estar de férias e nem lendo mais o blog. Justo na época que estou menos pressionada e com vontade de postar, oras bolas! Historicamente dezembro e janeiro são os meses com menos visitas no blog, mas eu acabo sempre escrevendo bastante nesta época.

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Encomendas para Zona Oeste e Centro de São Paulo. Outras localidades sob consulta. Como trabalhamos com matéria-prima fresca, o ideal é que pedimos sejam feitos com antecedência.

Publicado em dezembro 21, 2010, em No Brasil e marcado como , , , . Adicione o link aos favoritos. 23 Comentários.

  1. Ma,

    Penso sempre que por mais que o tempo passe, a essencia continua a mesma.

    Cada um tem um som secreto para se refugiar em pensamentos intimos.

    Casamento é tambem aceitar o espaco de cada um.

    Sei que vcs fazem isso muito bem!!

    Parabens.

    Qto as visitas, nao se prenda a isso, continue escrevendo pra vc, em primeiro lugar , e tenha a certeza que sempre aparecera alguem por aqui.

    A gente nunca fala sozinha…..kkkkk

    Beijos pra vcs e fiquem com Deus

    Boas Festas!!!

    Barbrinha

  2. Oi querida,

    Tudo bem? Há quanto tempo não nos falamos, mas SEMPRE adoro receber e-mail avisando que você fez um post novo.

    Concordo PLENAMENTE com tudo o que escreveu!!!!!!!!!

    Infelizmente meu caso está bem mais complicado do que eu imaginava [desabafo pessoal].
    Meu marido está com muitaaaa dificuldade de se adaptar aqui!!! E não é por causa da minha família, que o adora.
    Em nenhum momento ele se arrepende, pois me ama muito e eu o amo muito, mas a saudade que ele sente da Jordânia é M U I T O intensa!!!!!!!!!!! Da Jordânia (em especial a cidade dele, de Zarqa), da família (alias, o celular dele toca diretoooo, pois todo mundo que liga pra ele lá, a ligação cai aqui).
    Como ele ainda não tem emprego (e ainda não tem condições para isso), ele fica direto em sites árabes e falando com amigos árabes no msn! Sites e filmes árabes é direto!!!!
    Ele se sente infeliz, e não esconde isso de ninguém. Qdo perguntam pra ele: ” e aííí, o que está achando do Brasil?” ele responde direto: “nunca trocaria a Jordania pelo Brasil. Se estou aqui é pela Elza”.
    As vezes brigamos (pois ele é mtoooo teimoso), mas evito ao máximo as brigas por a situação dele é complicada …. Então eu evito ao máximo discutir com ele.!!!
    Ele sente falta de conversar em árabe com as pessoas, sem ser por MSN, sente falta da comida de lá, da família, do mundo dele.
    Espero que ele se adapte cada vez mais. Eu o ajudo mtoooooo!

    Aproveitando, deixo um feliz natal pra vc e toda sua família

    Bjssss

    • oi Elza, não desanime, no começo é realmetne mto difícil (imagina que meu marido chegou aqui no começo do ramadan, o choque foi bem difícil). Mas ele tem de estar aberto para aprender a língua, deixar um pouco de lado às vezes os amigos de lá, não adianta ficar só focado no passado, tem que pensar no presente. Sei que é duro, mas uma das coisas q o mostafa mais fez no começo foi se afundar em livros de português, sempre estudou mto, então logo passou a se inteirar das conversas, dos programas de tv, radio, a conversar com brasileiros, seja com amigos ou na rua, isso faz diferença nesse processo!!

      vc pode ir pensando em formas de amenizar essa saudade, fazendo coisas legais com ele, incentivando ele a aprender o idioma e gostar das coisas aqui também, mas às vezes dá pra fazer aquela comidinha de lá, tomar um chá preto deles, essas coisas intercaladas com momentos bons no Brasil vão fazer ele ficar bem logo!

      beijos e aparece mais!

  3. Acompanho seu blog e penso em me tornar muçulmana, mas a pergunta que sempre quis te fazer é a seguinte –

    – Voce usa o hijab normalmente durante o dia? Trabalho, passeios?
    – Como encontra local e paz pra rezar as 5 vezes por dia numa cidade como Sampa?

    Abraços

    • oi Luciana, tudo bem?

      Eu não uso hijab no Brasil, cheguei a tentar duas semanas, mas pra mim não deu. Só que tem outras muçulmanas que graças a Deus conseguem, pq se dependesse do meu exemplo, ixxx… eu não sou mto exemplo de nada, também não rezo em lugares públicos, só dentro de casa mesmo, por isso perco algumas orações. Mas como disse, não sou exemplo e o certo seria fazer tudo não importa como.

      Vc pode perguntar para outras muçulmanas que são mais fortes do que eu nestes dois blogs:

      http://www.amulhernoislam.com/
      http://diariodehalima.wordpress.com/

      beijos e qualquer coisa volte a escrever!!

  4. Adoro ler seus posts…
    Esse em especial… até me emocionou…. lembrei de meu amado… e da saudade que ele sente da famila nas terras além mar… ele é bem adaptado (as vezes até demais eu axo rsrs), mas ele se orgulha em dizer q é estrangeiro.. que sua cultura é diferente…ele fala sempre em arabe.. pq como ele mesmo diz… se vc procura vc sempre axa alguem….ainda mais no Brasil o pais mais multicural do mundo..rsrrs
    Tbm vejo ele e teletransportar por lugares que não posso imaginar.. ao som de uma canção… uma imagem na TV… uma recordação que ele conta que fazem seus olhos se encherem de agua… mas se você perguntar pra ele… se ele qr voltar…. ele vai dizer que não…pq a vida se constrói aonde seu coração está ele diz… aonde você sente que pode ser feliz… qto ao que ficou lá… estará sempre lá… mas é o passado…
    Bjos…. qto as visitas… andarei por aqui nas férias rsrsr
    Salam!

  5. Bom, nesse caso Adham já é totalmente diferente!
    Pra estranhos ele tem que mostrar o RNE pra provar que não é brasileiro e os amigos as vezes esquecem que ele é egípcio.

    Até eu já esqueci uma vez!! Fiquei indignada com meu esquecimento mas não é pra menos, ele só nasceu no Egito, a alma dele é 100% brasileira. Até sambar ele samba… e ninguém nunca o ensinou…

    • que pena Wally, os egipcios tem coisas mto boas e acho que a mistura da cultura deles com outras coisas do jeitinho do Brasil fica melhor ainda!! agora vc tem que fazer um vídeo dele sambando, essa eu queria ver eheheh

      Mas musta não ver ser nunca 100% brasileiro, perto de feijoada ele não chega jamais!!! ehehe

  6. Pois é…
    Eu não sei se é “que pena” ou “que bom”
    Acho que depende da circunstância.
    Como tudo o mais na vida, acredito que há vantagens e desvantagens.
    Fazer o que, né?
    Aconteceu naturalmente.
    Sobre o video sambando, eu fiz mas ficou escuro (Grrrr)
    Preciso fazer outro =D

    Sobre a feijoada, bem… comemos feijoada num restaurante árabe, acredita? Hahaha.
    Tudo bem que Adham não comeu a carne do porco mas pegou o caldo da feijoada 😀
    Da feijoada ele comeu o feijão, o arroz branquinho e a couve.
    Enquanto eu e nossos amigos nos regalávamos com a carne hehehe.
    Daí pedimos que o chef libanês fritasse algumas bistecas bovinas pra ele…

  7. Portanto, contudo, todavia… Adham ouve música egípcia TODO DIA! …
    Mas adora MPB também!

  8. Marina, a frase do Mosta me fez lembrar um egy q conheci, qdo eu disse q era brasileira ele quis comparar uma porto riquenha q ele conhecia com as brasileiras, dei uma aula de geografia p ele e perguntei

    – vc é africano???

    ele rapidamente respondeu

    – sou egipcio

    hahaha qto as visitas, não fique chateada, como disse a Barbara vc nunca falará sozinha, eu sempre visito seu blog.

  9. Não tenho experiência de marido estrangeiro, mas eu acho q nem precisa ir tão longe… eu tiro pelas minhas tias que moram aí em SP e morrem da saudade das coisinhas daqui, da nossa terra… Mas se vc pergunta se elas gostariam de morar aqui novamente, a resposta já vem com a atitude : estão aí há mais de 30 anos! rsrsrs
    Mas de fato, elas nunca deixaram, nem deixarão de se sentir nordestinas, é muito forte a ligação q a gente tem com a nossa terra, é coisa q vem do coração… Acho q é o mesmo sentimento que os estrangeiros têm 😉

  10. Tá vendo, dona Marina? Saindo de férias ou não, você tem leitoras! E se estão de férias e não acessam a internet, com certeza colocarão as leituras aqui em dia.

    Muito bacana este texto. Um casamento binacional é um aprendizado eterno de se conhecerem, se respeitarem pelo que trazem culturamente de suas raízes. Não é fácil, mas tem que ser lapidado diariamente e…para os persistentes e que amam… eternamente. Sejam estas raízes nacionais ou estrangeiras, pensando bem. Mas vale a pena tentar!

    Bjs

  11. É uma experiência constantemente enriquecedora estar junto a alguém de outra região ou país. Pois, todos nós temos algo a acrescentar ou usufruir.
    Quanto a estar em locais diferentes. Nasci em um estado e c/ 6 meses fui levada p/ outro, onde morei por 27 anos, depois retornei a minha cidade natal. Aqui sempre perguntam-me de onde sou. Daqui, oras!! E qdo vou a passeio no estado em q fui criada, sou motivo de risada, pois dizem que falo um mixto de dois sotaques…kkk…Eu tbm me divirto muito. Afinal, não é ótimo conseguir transitar tão bem por onde vivo ou passeio?!

  12. Marina, olha eu acho que depende.
    Meus avos eram estrangeiros, porem meu avo (homem, teclado sem acentos eh fogo rs) era Servio e chegou ao Brasil com 19 anos, aprendeu portugues e depois de anos jamais permitiu que alguem dissesse que ele nao era brasileiro, a briga era seria e feia rs
    Tanto que nas copas do mundo, era sempre do lado do Brasil que eel ficava, era orgulhoso por se sentir patriota, amava o Brasil mais q qualquer brasileiro. Nao ensinou a lingua servia, a polonesa (da minha avo (mulher rs) para a minha mae e meus tios pq queria que eles fossem 100% brasileiros, por tanto, outro idioma, na mentalidade dele, estragaria os meninos rs
    Ja a minha avo (mulher) era o contrario, chegou ao Brasil com 5 anos e so aprendeu a falar portugues com 25 qdo casou com meu avo, ate entao, era so polones, servio e o idioma que falam na ucrania.
    Ficava doida pq tinha que falar com as criancas dela em portugues, ou seja, aprendeu na marra rs e tinha orgulho de ser polonesa, gostava do Brasil pq foi a terra que a aclheu a ela e a familia, mas nunca escondeu o desejo de voltar a Polonia.
    Entao, eu acho que depende ne rs
    Eu nao posso dizer por experiencia pessoal pq o marido e eu estamos aqui, mas o que ele viu do Brasa, adorou. Mas eu acho que pra qq pessoa que nao esteja aberta a mudancas e nao seja uma mente mais aberta a dificuldade de adaptacao deva ser enorme. Eh preciso querer mudar pq o mundo ao redor nao muda.
    Beijos

  13. oi Marina!!
    tudu bem…nós estamos aqui! viu… concerteza há muitas aqui como eu que tem preguiça pra escrever mas que a presença é contínua! então ao trabalho amiga..eu simplismente A-D-O-R-O!!! e obrigada por abrir as portas do seu coração pra nós..é sempre bom ter alguem que tenha mesmo ponto de vista como o nosso ..quem não condiz com nossos pensamentos que não nos julgue, simplismente não apareça…critica só é boa quando é construtiva, as demais são falta de respeito e educação.
    Sabe, estava pensando, a missigenação formou oq o brasil é hoje.. e desde os primórdios da nossa descoberta convivemos com a diferença, tanto que se formos olhar nossa arvore genealógica é uma mistura de raça, cor, religião que até hipocresia pensarmos em preconceito..E a “mistureba” como dizia minha vó rsrsrsrs continua, agora mais moderna, “chick benhe” agora pois tem net rsrsrsrs bem ja escrevi demais meu dedos ja calejaram kkk( absurdo!) kkkk
    ah Marina se vc puder passar as senha do seu blog eu gostaria muito de continuar a le-lo a finco… bjussss té mais

  14. Marina, será que podemos trocar umas palavrinhas no MSN, por favor? rsrss… Só precisamos coincidir a hora pois já percebeu que não estou lá sempre, né?

    bjs

  15. BOM EU VOU ESTAR POR AQUI EM JANEIRO. ENTÃO CORRE E POSTA LOGO.
    DESEJO UM ANO NOVO ABENÇOADO PRA VC E PRO MUSTAFA.
    BJO GRANDE

  16. Concordo plenamente com tudo oq vc postou! Nunca saí do Brasil e nem precisa, pra poder sentir o que é passar a viver numa realidade tão diferente da habitual!

    Adoro ouvir o árabe, quero aprender a falar, ler, escrever… admiro muito a cultura árabe por ser tão rica, interessante, “misteriosa” e pela grande contribuição dada para a cultura brasileira! Sou apaixonada por dança do ventre, adoro ver… e olha que não sei dançar, viu? rsrsrsrs

    Tenho vontade de me mudar para Dubai ou Istambul… Acho duas cidades lindas! Vejo por fotos, vídeos, depoimentos de quem vive por lá… nossa, tou com muita vontade!

    Conviver com alguém que tenha a cultura tão diferente da sua, é muito bom, mas é uma coisa meio delicada, não é?

    Olha, conheço um homem de Dubai, muito interessante! Super cabeça aberta, divertido… bem diferente da fama que os árabes tem! (Se bem que, sempre penso na outra hipótese dele ser assim por eu não ser da cultura dele, pra ver o que consegue! Estou de olho rsrsrs) Temos opiniões muito parecidas de vários assuntos, mas eu sou Espírita Kardecista e ele é Muçulmano… não deve ser tão simples assim!

    Anyway… toda experiência é válida! Até as ruins, porque aprendemos efetivamente com aquilo que NÃO é pra fazer!

    Pra vc, moça! Um ÓTIMO 2011! Que Deus abençõe tua família, teu casamento, teu trabalho… muita força! E saúde, principalmente!

  17. Marina, amei o seu blog!!! Parabéns pelo seu feliz casamento!
    Estou precisando de muita ajuda. Conheci o homem que amo muito num site de relacionamento. Ele quer muito vir ao Brasil em Julho/2011.
    Pedi a ele que não viesse porque vai atrapalhar o curso que estou fazendo. Então, optamos para ele vir em dezembro para se casar comigo! Nos conhecemos há um ano. Conheci a família dele pela cam.
    Mas há um grande obstáculo nisso. O visto é apenas de trinta dias.
    Ninguém casa no Brasil em tão pouco tempo. Preciso urgente de orientação, como por exemplo: Que documentos são exigidos em nosso país para se casar???? O que fazer para que a permanência dele seja maior em nosso país para ter tempo suficiente para o casamento? Podemos nos casar no cartório do bairro onde moro?
    Ele deseja vir ao Brasil para morar definitivamente.
    Todos os dias quando conversamos ele pergunta se eu já consegui todas as informações.
    Antecipadamente, muito, muito obrigada de coração. Preciso urgente dessas informações.

    Cidinha.

  18. Ola, meu nome e Nura, sou casada com um egipcio, ambos muculmanos, temos 1 filha de 1 ano e vivo em Cairo e posso dizer que realmente as dificuldades em manter um casamento com uma pessoa de outro pais sao muitas pensei por 3 anos antes de me casar…analisei todas as possibilidades positivas e negativas inclusive analisei as atitudes dele por esse periodo pois nos como mulheres temos dificuldade em agir de modo racional e emocional ao mesmo tempo o que nos torna presas faceis dos ja citados ” don juans da internet” mas deixando de lado esse periodo conturbador do “pre viagem”
    fui ao egito conta a vontade de meu pai e claro pois ele fazia questao de conhecer o futuro noivo pessoalmente..mas a recompensa de Allah foi grande pra mim pois Ele me reservou aqui uma familia muito boa de coracao que praticamente me adotaram desde a chegada ao aeroporto ate hoje quando desco(do verbo descer pois eu nao tenho cedilha neste teclado arabe kkkk)ao apartamento de meus sogros sou tratada como visita, meus desejos sao ordem se falo que quero comer algo meu cunhado mais novinho ja recebe ordem pra sair as compras! e posso dizer que sofri muito sim mas no periodo em que estive gravida pois nessa epoca eu queria so o que nao tinha aqui, tipo beijinho, coxinha nossa amado pao frances..! olha eu cansei de sonhar que estava no supermercado do brasil fazendo compras kkkfoi entao que decidi ter minha filha no brasil no comeco o mohamed nao queria, logico, mas como e muito bom de coracao e sempre me deu liberdade acabou cedendo.. foi de 7 meses que viajei toda essa distancia (quase morri)E SO VOLTEI quando minha filha ja tinha quase 3 meses huhuahaa nesse tempo tratei de comer de tudo no brasil pra quando eu voltasse nao sentisse falta de nada.. ate assist hebe, panico, coisas q eu odiava quando vivia no brasil depois que cheguei aqui tratei de aprender a escrever e a ler em arabe .. e agora e ao contrario.. depois dos acontecidos de 25 de janeiro aqui nossa vida ficou muito dificil e agora quem quer ir tentar a vida no Brasil e ele..justo quem! aquele que dizia nunca deixaria seu amado egito! pois bem agora que eu ja me acostumei a comer coisas estranhas como a tal mulkheia ele quer que eu volte ao pais da coxinha pao frances etc… tenha do! quero so ver como ele vai se virar sem o mombar,mahshi cromb betingena… essa vai ser dose kkk bom desculpe pelo imenso comentario mas a verdade e que sinto falta de ate mesmo escrever em portugues .. isso ainda e uma coisa com a qual ainda nao me acostumei.. se alguem tiver afim de papear na net e saber curiosidades daki pode me adicionar no meu email, beijos e parabens pelo blog voce acaba de ganhar mais uma leitora

  19. eulina crustina lago dos santos

    Ola meninas boa noite.
    Achei aqui por acaso.
    Estou conhecendo, e me envolvendo, com um sérvio de Belgrado , vejo paginas e blogues sobre todas nacionalidade menos a dele. Gostaria de saber se alguém conhece alguma Brasileira vivendo na servia , sérvio vivendo no Brasil;l preciso de referencias . Ja grata .
    Feliz natal e ano novo para todas.

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